Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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Numa época em que comia muito frequentemente em restaurantes, umas vezes por necessidade, outras por simples prazer, era cliente assídua de um restaurante que serve comida alentejana ali para os lados de Carnide em Lisboa. A comida que é lá servida tem tanta qualidade que o nome do espaço deveria ser “Comida Divinal do Alentejo”! Mas não, o restaurante é conhecido como “ O Galito”.

 

Quem vive em Lisboa ou quem tem oportunidade de lá ir, devia tornar este restaurante como paragem obrigatória. É excepcional. O espaço é gerido pelo dono, sr. Henrique, coadjuvado, e muito bem, pelo seu filho Daniel. Quem está na cozinha e é a detentora dos segredos culinários é a D. Gertrudes, a matriarca.

 

Recordo-me com deleite dos petiscos saídos das mãos desta senhora e da forma principesca com que éramos servidos.

 

Em pleno verão, no pino do calor, recordo-me de entrar lá com o meu marido, ser-nos servida uma cerveja gelada que acompanhava as deliciosas entradas ( farinheira assada, ovos mexidos com tomate, lebre de escabeche, favas com coentros e alho, etc, etc, etc). Depois, e porque eles já nos conheciam as preferências, éramos presenteados com um gaspacho geladinho a acompanhar uns carapauzinhos fritos. Sentíamos, por momentos, que tínhamos subido ao céu com tamanho repasto.

 

 

 

É esse gaspacho q tento hoje aqui reproduzir e que, segundo os meus, não fica muito aquém do que conhecemos como original. E, por ser tão delicioso, faço questão de o partilhar convosco. Espero que gostem.

 

Os fifis, bem esses, estou certa que me agradecerão por poderem sentir os sabores da sua terra lá de longe ,onde eles estão.

 

 

 

O que preparar:

 

  1. ½ pimento verde;
  2. ½ cebola média;
  3. 3 tomates pequenos;
  4. 1 pepino;
  5. 1 ramo de coentros;
  6. 2 dentes de alho;
  7. 1 dl de azeite;
  8. 5 colheres de sopa de vinagre;
  9. 7,5 dl de água muito fresca;
  10. Sal a gosto;
  11. Cubos de pão alentejano ou outro ( facultativo – eu não ponho )
  12. Pedras de gelo se fizerem este gaspacho em cima da hora.

 

 

 

Como preparar:

 

Partir os vegetais em cubos muito pequeninos ( é importante que sejam bem pequeninos) e colocá-los numa taça ou terrina.

 

Deitar o azeite, o vinagre, o alho ralado, o sal e os coentros picados.

 

Deitar por cima a água.

 

Levar ao frigorífico até à hora de servir.

 

Tal como no”Galito”, eu sirvo este gaspacho com carapauzinhos fritos, servidos num prato à parte.

 

Mãos à obra.

 

 

 

publicado por Maria às 08:00
De Bombom a 14 de Janeiro de 2012 às 16:42
Tenho imensa pena de não conseguir gostar de sopas cruas. Já experimentei, mas não são para mim... Vê-se bem que não sou alentejana. Mas acho-as muito saudáveis devido aos ingredientes usados e muito frescas para o verão. Não conheço o Restaurante que mencionas, mas Carnide foi a primeira Delegação Escolar a que pertenci quando comecei a trabalhar no Bairro do Padre Cruz em 1963! Já vai bem longe!...
Bom fim de semana. Bjs. Bombom
De Maria a 15 de Janeiro de 2012 às 13:13
ooooooooooh. Que pena. Bem, eu também não gosto do gaspacho espanhol, isto é, com os vegetais passados e a sopa fria. Mas assim, desta maneira... Divinal.
Beijinhos da
Maria

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