Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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Dez
11

 

 

 

E o Natal passou. Entre o bacalhau, os doces da época e o peru do dia 25, o Natal passou. E, em todos os Natais, só peço uma coisa ao Menino Jesus: que a minha ninhada esteja comigo na mesa da consoada no Natal seguinte. É um momento de muita felicidade. E só peço para o Natal seguinte pois gosto de seguir o conselho que a minha avó me dava: só se pede um ano de cada vez; assim o Menino Jesus não acha exagerado e concede-nos o desejo.

Quem sabe se ela não teria razão…

 

O pequeno almoço de dia 25, para a ninhada, foi Porridge com a aprovação unânime dos comensais. Aqui vai a receita para eles poderem fazer quando estiverem, novamente sozinhos. Já falta pouco {#emotions_dlg.cry}

 

 

O que preparar: ( dose individual)

 

  1. 2dl de leite;
  2. 2 colheres de açúcar amarelo ou de mel, se preferirem;
  3. 1 pau de canela;
  4. 1 casca de limão (só vidrado);
  5. 1 chávena de flocos de aveia;
  6. 1 colher de sopa de manteiga.

 

Como preparar:

 

Deitar numa caçarola o leite, os flocos de aveia, o açúcar, a casca de limão e o pau de canela. Levar ao lume lento mexendo suavemente e, quando começar a ferver, contar 3’, mexendo continuamente, para não pegar ao fundo. Ao fim deste tempo desligar o lume e deitar a manteiga, mexendo até esta derreter.

Servir simples ou com frutas partidas( ameixas secas, rodelas de banana ou, simplesmente, canela). Os meus gostam simples.

 

Mãos à obra.

 


 

 

 

publicado por Maria às 18:01
23
Dez
11

 

 

 

Hoje não trago uma receita já preparada. Trago sim uma receita que irei preparar para o meu dia de Natal. Coloco-a com alguma antecedência pois, se alguém ainda não tem ideia de como preparar o peru de Natal, aqui vai uma sugestão que  retirei de publicação da receita do Jamie Oliver na revista do Expresso da semana passada,

Se alguém se atrever a experimentar, diga-me como resultou. Eu farei isso na próxima Segunda feira.

Desejo aqui um bom Natal a todos os que me seguem, cheio de ternura, animação e muitos docinhos bons.

 

O que preparar:

 

  1. Um ramo de sálvia fresca;
  2. 1 colher de chá de especiarias mistas moídas;
  3. Sal e pimenta a gosto;
  4. 125g de manteiga à temperatura ambiente;
  5. 1 perú ( o meu tem cerca de 6 Kg);
  6. 2 clementinas;
  7. Azeite;
  8. 100ml de xarope de ácer;
  9. 6 fatias de bacon fumado de boa qualidade.

 

Como preparar:

 

Picar finamente metade das folhas de sálvia e combinar com a mistura de especiarias, sal, pimenta e a manteiga amolecida. Reservar.

Lavar o peru em água corrente fria, secá-lo com papel absorvente. Esticar a pele um pouco acima da cavidade do peito. Com cuidado meter os dedos e depois uma espátula de borracha sob a pele, para a soltar da carne sem a rasgar.

Distribuir a maior parte das pasta reservada na bolsa que se criou entre a pele e a carne esfregando, em seguida o resto da manteiga por todo o exterior da ave.

Colocar as clementinas partidas ao meio dentro da cavidade juntamente com as restantes folhas de sálvia.. Cobrir o peru com uma folha de alumínio e levar ao frigorífico, de preferência de uma dia para outro.

Quando chegar a altura de cozinhar, pré aquecer o forno no máximo e retirar o peru do frio para atingir a temperatura ambiente.

Retirar a folha de alumínio e regar o peru com azeite. Colocar outra folha de alumínio e levar ao forno.Baixar a temperatura para 180ºC.

Contar cerca de 30’ por cada Kg de peso da ave. Ao fim de 2 horas, retirar a folha de alumínio e pincelar a ave com o xarope de ácer. Distribuir as fatias de bacon sobre o peito do peru e deixar assar mais ou menos por mais uma hora, regando com o próprio molho, regularmente.

Para certificação de que o peru está bem assado, picar um espeto de metal na parte mais grossa da coxa. Se sair um molho claro, está pronto.

 

Mãos à obra e um doce e feliz Natal.

 

 

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publicado por Maria às 17:22

 

  

Se eu agora fosse pequenina e me perguntassem o que queria ser quando fosse grande, eu diria prontamente: ABADESSA. E sabem porquê? Para estar fechadinha num convento a fazer e a comer, sem quaisquer remorsos, todos os doces conventuais que conseguisse. E para saber todos os segredos desses doces. Queriam vir comigo? Aposto que sim :)!

Esta limonada,conventual, apesar de ser muito calórica é tão, mas tão saborosa que é uma pena contribuir para o aumento dos dígitos na balança. Mas enfim, estamos no Natal e se não é agora que nos permitimos a excessos, quando será?

Além disso, é uma boa alternativa a um copo de vinho, que também é calórico (pensamento de consolação).

 

O que preparar:

 

  1. 1,4Kg de açúcar;
  2. 8 dl de água
  3. 2,5 dl de sumo de limão.

 

Como preparar:

 

Espremer os limões até atingir a quantidade desejada. Reservar.

Levar o açúcar com a água ao lume e deixar ferver até formar o ponto de fio a voar; este ponto antecede imediatamente o ponto de caramelo e verificamos que foi atingido quando, ao mergulhar uma escumadeira da calda, escorrem dos buraquinhos da escumadeira, fios que parecem esvoaçar.

Quando atingir o ponto indicado, desligar o lume e juntar o sumo de limão, mexendo sempre até se verificar que a calda está homogeneamente misturada.Deixar arrefecer um pouco e juntar mais 1/2 l de água fria.

Verter para um jarro e servir fresca.

 

Mãos à obra.

 

 

publicado por Maria às 16:16
22
Dez
11

 

 

Na Ilha da Madeira o bolo de família faz parte das mesas de Natal. A minha mãe nasceu lá. Apesar de ter vindo para o continente em tenra idade, ficou muito ligada à terra natal e às suas tradições e costumes.

Era na época de Natal que esses laços se faziam sentir mais, nomeadamente, no que concerne à gastronomia.

Na noite da consoada era hábito comermos a carne de vinha d’alhos e, aquando do regresso da missa do galo, comermos uma canja de galinha, tradições que eu, infelizmente, não segui.

Na mesa de Natal não podia faltar o bolo de família, bolo esse que a minha mãe fazia maravilhosamente bem e… a olho.

Várias vezes lhe pedi a receita mas, como era feita a olho, ela dizia-me para eu assistir à confecção e ir apontando. Fui adiando, prometendo sempre que o faria no Natal seguinte. Até que chegou o ano em que não houve o Natal seguinte.

Um mês antes da sua partida, com ela já muito doente, ainda se dispôs a fazer este bolo dizendo porém que não lhe tinha saído como habitualmente. Estava óptimo como sempre, testemunhámos nós.

 

Após uma pesquisa, descobri esta receita que apesar de não ter ficado exactamente como o bolo de família da minha mãe, ficou bastante bom. Foi ela que me inspirou na sua confecção, tenho a certeza.

 

Para ti, maninha, que não podes provar este bolo que fiz pois, a distância que nos separa neste momento não o permite, aconselho-te a fazê-lo para reviveres ternos e doces momentos.

 

Participo com este bolo que tem tanto significado para mim, no desafio da Laranjinha “Coisas doces para saborear até ao dia dos Reis” do excelente blog Cinco Quartos de Laranja.

 

O que preparar:

 

  1. 500g de farinha;
  2. 400g de açúcar;
  3. 2 ovos;
  4. 1 colher de chá de bicarbonato de sódio;
  5. 250g de manteiga;
  6. 50g de banha;
  7. 2 colheres de chá de canela;
  8. ½ colher de chá de noz moscada;
  9. 1 cálice de vinho da Madeira ( eu usei do Porto, pois era o que tinha)
  10. 0,5 dl de mel;
  11. 100g de açúcar mascavado;
  12. 1 chávena de leite;
  13. Raspa de 1 limão;
  14. 150 g de frutos secas e cristalizados ( eu só usei nozes e passas).

 

Como preparar:

 

Colocar numa tigela em primeiro lugar os ingredientes sólidos (excepto os frutos) e depois os ingredientes líquidos. A manteiga convém mesmo ser manteiga e não margarina. Bater bem numa batedeira, na velocidade máxima, durante cerca de 8’. Juntar os frutos e envolver com uma colher de pau.

Untar uma forma grande com margarina e farinha, verter a massa e levar ao forno cerca de 1h15. Na primeira ½ hora o forno convém estar a 200ºC; passado este tempo, cobrir o bolo com papel vegetal e reduzir a temperatura do forno para 180ºC.

Verificar a cozedura do bolo com o teste do palito.

 

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 18:16
21
Dez
11

 

Com açúcar e canela                                      Com calda

 

 

 

Há zonas de Portugal, onde os fofos de abóbora começam a fazer-se por altura do S.Martinho e a sua preparação vai-se repetindo nos dias festivos até à altura do Carnaval.

Estes bolinhos são realmente muito fofos e fáceis de preparar.

Mais uma sugestão para a mesa de Natal.

 

O que preparar:

 

  1. 1kg de abóbora;
  2. 60g de farinha de trigo;
  3. 50g de açúcar;
  4. 3 ovos;
  5. 1 laranja;
  6. 1 colher de chá de fermento em pó;
  7. Óleo para fritar;
  8. Açúcar e canela para polvilhar e/ou esta calda

 

Como preparar:

 

Descascar a abóbora e levá-la a cozer em água temperada com pouco sal. Quando cozida, passa´-la num passador, triturar e deitar este puré num pano, espremendo, para extrair toda o líquido.

Deitar  numa tigela e juntar a raspa de laranja, metade do sumo da mesma, o açúcar, Mexer bem e juntar as gemas de ovo. Tornar a mexer e por fim juntar a farinha e o fermento.

Levantar as claras em castelo firme e juntar ao preparado anterior, com cuidado.

Levar ao lume uma frigideira com óleo em abundância e, quando estiver quente, ir deitando colheradas com uma colher de sopa. Os fritos devem “nadar” no óleo quente para ficarem redondinhos.

Ir retirando com uma escumadeira e polvilhá-los com açúcar e canela ou mergulhá-los em calda.

Eu fiz das duas formas( ver fotos). Assim, toda a gente fica satisfeita.

 

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 18:19
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