Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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Abr
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Estando em vésperas de dias em que muitos dos portugueses, sendo cristãos, não comem carne, trago uma receita fácil e muito agradável. Pode ser feita com antecedência e ser guardada no frigorífico pois, quanto mais tempo estiver em “repouso” para os sabores de misturarem e apurarem, melhor fica.

 

Quando era criança, a abstinência de carne em nossa casa era só na Sexta feira Santa mas, para nós, miúdas, era um suplício. Porque, ainda hoje não percebo o porquê, a alternativa à carne, apresentada pela minha mãe, era o bacalhau ou a pescada cozida. Ao jantar era um empadão ou roupa velha feito com o que tinha sobrado do almoço…

 

Achávamos detestável. Ainda hoje guardo na memória a minha adversidade à Sexta feira Santa.

 

O que preparar:

 

  1. 200g de orzo ou massa pevide;
  2. 100g de tomate cereja;
  3. 200g de queijo feta;
  4. 100g de azeitonas gregas cortadas ao meio;
  5. Algumas folhas de orégãos  e de manjericão,frescos;
  6. 100g de tomate seco e conservado em azeite;
  7. Azeite de boa qualidade e vinagre de vinho tinto a gosto;
  8. 100g de pinhões.

 

Como preparar:

 

Cozer a massa em água temperada com sal durante 7’. Escorrer e deitar numa taça. Partir o queijo feta em cubos e misturar na massa. Partir o tomate seco em pedacinhos pequenos e misturar na massa. Proceder do mesmo modo com as azeitonas e com as folhas de orégãos e manjericão picadas. Partir os tomates cereja ao meio e juntar, também.

 

Torrar ligeiramente, numa frigideira, os pinhões. Juntar também à massa.

 

Finalmente temperar com azeite e vinagre de vinho tinto, sal e pimenta moida na altura.

 

Cobrir a taça com película aderente e levar ao frigorífico pelo menos 1 hora para os sabores de misturarem.

 

Depois, é só servir.

Os pinhoões sãoindespensáveis neste prato pois é muito agradável sentir o contraste do crocante daqueles com a maciez da massa.

 

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 08:00
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