Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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07
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13
Não vale a pena adjectivar esta galette pois qualquer elogio ficaria aquém do que ela realmente vale. Aconselho vivamente a fazerem-na pois só a provarem é que irão entender a que me refiro.  Hei-de fazer muito mais vezes, variando a fruta.Mais uma quinzena da " Dorie às Sextas". 
O que preparar para a massa da tarte:

 

 

1 1/2 chávenas de farinha

2 colheres de sopa de açúcar

3/4 colher de chá de sal

150g de manteiga sem sal, fria, cortada em cubos pequenos

2 1/2 colheres de sopa de gordura vegetal fria, cortada em 2 pedaços

1/4 chávena de água gelada

 

Como preparar a massa da tarte:

 

Colocar a farinha, o açúcar e o sal num processador de alimentos com uma lâmina de metal e pulsar apenas para combinar os ingredientes. Adicionar a manteiga e a gordura; pulsar até que os pedaços estejam misturados com a farinha. Não mexer demais - nesta altura devemos ter pedaços irregulares do tamanho de ervilhas. Pulsar de forma intermitente, acrescentando, gradualmente, 3 colheres de sopa de água gelada para a massa. Continuar a adicionar a água, um pouco de cada vez, pulsando, até que a massa fique uniforme (é possível que se notem alguns pedaços maiores de manteiga).

 

Deitar a massa sobre uma superfície enfarinhada, ou entre dois discos de papel vegetal, para formar uma base do tamanho indicado; enrolar o disco em película aderente e levar ao frigorífico por 20 minutos.

 

Retirar a parte superior de papel ou filme e deitar sobre a forma para forrar. Remover o resto do papel ou película e, em seguida, premir suavemente a massa de pão dentro da tarteira, para ficar sem bolsas de ar. Em seguida, pressionar os lados da massa para cima, contra os lados da forma. A massa vai plissando e pode até quebrar. Sem stress: basta pressionar para voltar a juntar. Levar ao frigorífico.

 

O que preparar para o recheio:

- 2-3 colheres sopa de geléia ou compota - usei marmelade

- 2 colheres sopa de bolacha triturada

- frutas de verão à escolha: 10 damascos, 8-10 nectarinas, 8 pêssegos maduros mas firmes, 8-10 ameixas firmes ou 2 pedaços de ruibarbo (ou uma mistura destes) - usei pêssegos, nectarinas e morangos.

- açúcar granulado para polvilhar

 

creme:

- 3 colheres sopa de manteiga sem sal, derretida e fria

- 1/3 medida de açúcar

- 1 ovo grande

- 1/4 colher chá de extracto de baunilha

- açúcar em pó para polvilhar

 

Como preparar: 

Centre uma grade no forno e pré-aqueça-o a 210ºC. Forre um tabuleiro com papel vegetal e reserve.

 

Estenda a massa de tarte entre dois pedaços de papel vegetal ou plástico, para ser mais fácil transferi-la para o tabuleiro. Alternativamente, faça-o numa superfície bem enfarinhada. 

Estenda a massa num círculo grande, com menos de 0,5cm de espessura. Com uma faca, apare o círculo até ficar com 33cm de diâmetro. Com uma forma redonda virada ao contrário, marque no centro da massa um círculo de 23cm de diâmetro, sem cortar - esta vai ser a área do recheio.

 

Com a parte de trás de uma colher ou uma pequena espátula, espalhe parte da compota/geléia no círculo marcado - a quantidade a usar vai depender de quanto quer dar à tarte o sabor da geléia. Polvilhe com a bolacha triturada - se achar que a sua fruta é muito sumarenta, use mais bolacha.( usei 5 bolachas Maria) Cubra esta base com película aderente e leve ao frigorífico enquanto prepara os restantes ingredientes.

 

Com um pano húmido, limpe bem os damascos, nectarinas ou ameixas. Corte-a ao meio e retire os caroços. Escalde os pêssegos por 10 segundos em água a ferver, transfira-os para uma tigela de água gelada e quando estiverem frios retire-lhes a pele. Corte-os ao meio e retire-lhes os caroços. Se usar ruibarbo, descasque-o com um descascador, para remover os fios, e corte-o em pedaços com 2,5-5cm.

Disponha a fruta sobre a base de massa, com o lado cortado voltado para baixo. Cuidadosamente, dobre as bordas de massa sobre a fruta assim disposta, acomodando as dobras de massa extra. Se não estiver com pressa, leve a tarte ao congelador por 15 minutos para deixar a massa descansar. Eu nunca retirei o papel vegetal debaixo da massa. Quando dobrei as pontas, estas foram acompanhadas com o papel indo para o forno assim. Aquele solta-se com o calor e facilita o trabalho de "moldagem" evitando que a massa se desmanche.

 

Pincele a massa levemente com água, polvilhe com açúcar granulado, 1-2 colheres de chá. Leve ao forno por 25 minutos ou até que a massa esteja dourada e a fruta esteja mole.

 

Creme: com um batedor de varas, bata a manteiga derretida, o açúcar, o ovo e a baunilha numa tigela. Reserve.

 

Retire o tabuleiro do forno (deixando-o ligado) e cuidadosamente verta o creme sobre a fruta. Dependendo da quantidade de sumo que tiver acumulado e do espaço que houver, pode não conseguir usar todo o creme. Não se preocupe, mesmo 2 colheres de sopa já conseguem o efeito pretendido. Deite o máximo de creme que conseguir e leve o tabuleiro novamente ao forno. Eu consegui deitar umas 4 colheres de sopa. Guardei o resto do creme para fazer nova tarte.

 

Asse por mais 12-15 minutos ou até que o creme solidifique - se abanar levemente o tabuleiro, o creme não deve tremer. Transfira o tabuleiro para uma grade e deixe arrefecer por 10 minutos.

Cuidadosamente, transfira a galette do tabuleiro para a grade para arrefecer completamente. Pode servi-la morna ou à temperatura ambiente. Polvilhe com açúcar em pó antes de servir.

publicado por Maria às 12:08
19
Abr
13

A sugestão desta feita foi da Helena, foi votada por unanimidade e, eis um bolo maravilhoso, denso, forte e que, na minha humilde opinião, é muito melhor se comido no dia seguinte. O sabor e textura leva-nos a memória para o famoso bolo de mel da Ilha da Madeira. Posso ainda acrescentar que o meu fifi guloso, (é o único guloso dos 5 irmãos mas vale por todos), comeu metade do bolo. Quadradinho por quadradinho. Quando o bolo acabou perguntou-me: “ Mamã, quando fazes outro?”

Mais uma receita da Dorie Greenspan, mais uma quinzena passada, mais um objectivo alcançado.

O que preparar:

Para o bolo

  1. 2 colheres de sopa de gengibre fresco, descascado e picado; ( ralei)
  2. 1 colher de sopa de açúcar;
  3. 2 cup de farinha de trigo;
  4. 1 colher de chá de bicarbonato de sódio;
  5. 2 colheres de chá de gengibre em pó;
  6. 3/4 colheres de chá de canela em pó;
  7. 1/4 colheres de chá de cravinho moído;
  8. 115g+3 colheres de sopa manteiga à temperatura ambiente ( usei 100g, somente);
  9. 3/4 chávena de açúcar mascavado claro;
  10. 3 ovos grandes;
  11. 1/2 chávena de melaço ( usei mel);
  12. 170g de chocolate meio amargo - 57g derretido e frio, 113g picado;
  13. 1 chávena de leitelho - buttermilk;
  14. 1 colher de sopa de gengibre em calda picado (opcional) - usei apenas 1 colher de chá - ver receita em baixo.
Nota - 1 cup = 250 ml

Para a cobertura:

  1. 85.5g de chocolate meio amargo picado;
  2. 1 colher de sopa de café forte;
  3. 3 colheres de sopa de manteiga sem sal, à temperatura ambiente;
  4. 3 colheres de sopa de açúcar em pó.

Como preparar:

Pré-aquecer o forno a 180ºC. 
Untar com manteiga e farinha uma forma quadrada de 22cm.( usei de 30cm).

Para o bolo:

Misturar  o gengibre fresco e o açúcar  numa tigela pequena; reservar.Misturar a farinha, o bicarbonato de sódio e as especiarias.Numa batedeira, de preferência equipada com uma pá, bater a manteiga e o açúcar mascavado, em velocidade média, até ficar fofo (cerca de 3 minutos). Adicionar os ovos, um de cada vez, batendo por 1 minuto após cada adição. Acrescentar o melaço e bater até ficar homogéneo. 
Reduzir a velocidade e adicionar o chocolate derretido, juntamente com o gengibre açucarado. 
Ainda em velocidade baixa, acrescentar os ingredientes secos em três adições e o leitelho em 2 (começar e terminar com os ingredientes secos); bater só até misturar. Adicionar  o chocolate picado e o gengibre em calda. Levar ao forno por 40 minutos, aproximadamente.
Transferir o bolo para uma grade e deixar arrefecer durante 10 minutos antes de desenformar. Deixar arrefecer antes de deitar a cobertura.

Para fazer a cobertura: 

Derreter em banho-maria o chocolate e café, mexendo ocasionalmente até que o chocolate derreta. Retirar a tigela e misturar a manteiga (uma colher de sopa de cada vez). Peneirar o açúcar em pó sobre o chocolate e mexer. Transferir a tigela para um balcão e deixar arrefecer cerca de 10 minutos.
Cobrir o bolo; se as laterais estiverem um pouco queimadas, acertar com uma faca. Deixar a cobertura descansar 30 minutos antes de cortar a primeira fatia! ;)

A receita da calda de gengibre fresco foi-me dada pela Helena. Fiz assim:
  1. 225g de açucar;
  2. 150g de gengibre fresco descascado e partido em lascas muito finas;
  3. 30cl de água.

Levar ao lume o gengibre com a água. Dixar ferver durante 8´, em lume lento. Passado este tempo juntar o açúcar, e as 3 colheres de sopa de água. Deixar ferver novamente durante 8'. Deixar arrefecer, coar a calda, descartar o gengibre. O xarope resultante pode ser guardado no frigorífico e ser usado em refrescos caseiros em porções pequenas.

 

Quer pela diversidade e quantidade de ingredientes, quer pelas etapas em que o bolo é feito, aconselho vivamente a organizarem os ingredientes e utensílios antes de iniciar a confecção do bolo. Assim, torna-se muito fácil.

Mãos à obra.

publicado por Maria às 08:00
29
Mar
13
Confesso que, na minha humilde ignorância, conseguir distinguir um crumble de um crisp é mais ou menos o mesmo que conseguir fazê-lo entre o vermelho e o encarnado. Mas pronto, se dizem que é diferente, é porque é diferente. Ao meu paladar parecem-me exactamente iguais mas temos de respeitar os preciosismos dos entendedores.
Este que trago, dizem, é um crisp portanto, que seja um crisp. É saboroso, fica com uma textura de biscoito e combina na prefeição com fruta silvestre daquela mesmo "azedinha". De uma próxima vez que faça, ou uso arandos frescos se os conseguir ou aumentarei a proporção das groselhas.
Diminuirei também a quantidade de crisp pois achei muito desproporcionado relativamente à fruta e por isso, resultou num doce um pouco seco.
Mais uma receita da quinzena Dorie às Sextas.

Ingredientes

 

cobertura:

  • 3/4 medida de farinha de trigo
  • 1/2 medida de açúcar amarelo
  • 1/2 medida de flocos de aveia
  • 1/2 medida de coco ralado
  • 1 colher chá de canela em pó
  • 1/4 colher chá de gengibre em pó
  • 115g manteiga sem sal, bem fria, cortada em 4 pedaços

 

recheio:

  • 4 maçãs médias, sem casca e sem caroço, cortadas em pedaços
  • 1 medida de arandos frescos ou congelados- ( usei morangos frescos e groselhas frescas na proporção de 3/4 e 1/4 de cup, respectivamente)
  • 1/2 medida de arandos ou passas ( usei arandos secos)
  • 2/3 medida de açúcar ( usei 1/3)
  • 1 colher sopa de farinha
  • 1/2 cálice de vinho do Porto por iniciativa minha

 A medida de referência é uma cup com a capacidade de 250ml.

 

Pré-aqueça o forno a 190ºC. Unte com manteiga 8 recipientes individuais de forno (ou um grande). Disponha os recipientes num tabuleiro e reserve.

 

Cobertura: ponha todos os ingredientes num processador de alimentos e pulse até que a mistura forme migalhas grandes (cerca de 1 minuto) (alternativamente, pode fazê-lo à mão, "esfregando" a manteiga nos ingredientes secos, tendo o cuidado de não aquecer demasiado a manteiga entre os dedos). Pode fazer a cobertura com até 3 dias de antecedência e guardá-lha no frigorífico, hermeticamente fechada.

 

Recheio: misture todos os ingredientes numa tigela grande.

 

Divida o recheio equitativamente pelos recipientes. Disponha a cobertura sobre o recheio. Leve ao forno por 40-45 minutos ou até que a cobertura esteja dourada e os sucos do recheio estejam a borbulhar nas margens dos recipientes.

 

Servir morno e, de preferência, acompanhado com uma bola de sorvete.

publicado por Maria às 18:44
16
Mar
13

Contrariamente à esmagadora maioria das pessoas, não sou muito apreciadora de bolo de iogurte pois sempre o achei “desconsolado”, falando à boa maneira madeirense da minha querida avó.

Por isso, quando vi a receita desta quinzena do “Doire às Sextas” desinteressei-me.

Mas, como costumo fazer um bolinho para o lanche dos Sábados, e tinha Marmelade de laranja cuja receita está aqui, pus mãos à obra, até porque li opiniões bastantes entusiásticas de outras Dories, acerca do resultado.

É um bolo muito fácil e bastante saboroso. Mesmo apropriado para um  five  o´clock  tea, num dia chuvoso como o de hoje.

O que preparar:

Bolo

 140g de farinha de trigo

50g de farinha de amêndoa - usei de avelã, pois era o que tinha na despensa.

2 colheres (chá) de fermento em pó

1 pitada de sal

200g de açúcar - usei 170g e acho que é a medida ideal.

raspas da casca de 1 limão

1 iogurte natural

3 ovos grandes

½ colher (chá) de extracto de baunilha

120ml de óleo - usei óleo de amendoim

 

Cobertura

 ½ chávena de compota de laranja

1 colher (chá) de água

 

Como preparar: 

Pré-aquecer o forno a 180°C. Untar generosamente com manteiga uma forma de bolo inglês de 21x11xcm.

Na batedeira, misturar a farinha de trigo, a farinha de amêndoa, o fermento e o sal. Noutra tigela, juntar o açúcar e as raspas de limão, esfregando os ingredientes com as pontas dos dedos até o açúcar ficar perfumado.

Juntar o iogurte, os ovos e a baunilha e bater vigorosamente com o batedor de arame até obter uma mistura homogénea. Junte os ingredientes secos. Agora, com uma espátula de silicone, incorporar o óleo.

Transferir para a forma e levar ao forno até que o bolo cresça, doure e comece a soltar-se da forma, aproximadamente 50 minutos.

Arrefece sobre uma grade por 5 minutos antes de desenformar. Deixar arrefecer completamente.

 

Calda: juntar a compota de laranja e a água num tacho e levar a lume médio, mexendo, até derreter. Pincelar a calda ainda quente sobre o bolo. Deixar arrefecer antes de servir.

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 14:43
18
Jan
13
Com uns monstrinhos para lanchar, lembrei-me fazer estes cookies/scnones/ biscuits que se me afiguraram de extrema simplicidade e rápida confecção. Assim, com uma acção, obtive dois resultados, isto é, apresentei um lanche delicioso aos rapazes e participei em mais um desafio do Dorie às Sextas, desta feita com uns biscuits/scones muito, mas mesmo muito bons. Fiz em jeito de cookies, pequeninos, pois ficam muito mais delicados e apetitosos. Foram comidos quentinhos, recheados com manteiga, compota caseira de abóbora e nozes, e com mel. Acompanhados por um chá preto de baunilha, que faz parte integrante um conjunto de variedades de chás vindos directamente do UK e que me foram oferecidos pelo Pai Natal, resultaram num lanche prefeito. A repetir, certamente.
O que preparar:
  1. 1,5 cup de farinha de trigo sem fermento + 0,5 cup de farinha de trigo para bolos, esta com fermento;
  2. 2 colheres de chá de açúcar;
  3. 1/2 conher de chá de sal;
  4. 1 colher de sopa de fermento químico ( usei Royal);
  5. 1 cup + 1 colher de sopa de natas.

Como preparar:

Misturar numa taça todos os ingredientes excepto as natas. Ir deitando as natas em fio misturando a massa com um garfo. Esta tem de ficar consistente, mas macia. Quando estiver com aspecto de massa, mexer com uma colher delicadamente dando, somente, 2 ou 3 voltas. A massa não deve ser batida.

Enfarinhar uma superficie lisa ( bancada da cozinha, por exemplo) e deitar a massa. Enfarinhá-la ligeiramente e estendê-la com as mãos ou rolo de massa deixando-a com cerca de 0,5cm de espessura. Cortar a massa com uma forma e colocar as "bolachinhas" sobre um tabuleiro enfarinhado ou forrado com papel vegetal. 

Levar ao forno pré aquecido a 200ºC cerca de 15´ou até os bolinhos estarem altos e douradinhos. 

Retirar do forno e servir quentinhos.

Como os fiz pequeninos, renderam 22 scones.

Mãos à obra.

publicado por Maria às 08:00
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