Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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Ultimamente a minha saúde tem andado fragilizada pelo que a minha disposição ou paciência para as mais pequenas coisas é ínfima. Uma das coisas que tanto gosto como este blog e das visitas às cozinhas das amiguinhas tem sido descurado pois não tenho mesmo disposição.

Aproveitarei para fazer um lifting ao Oficina de modo a torná-lo mais atraente e voltarei assim que esta nuvem negra passar. Serão só uns dias, espero.

Porém, quando assumo compromissos, mesmo que sejam comigo própria, detesto nãos os cumprir; abomino, mesmo. Assim, apesar de, inicialmente, ter decidido saltar esta edição da Dorie, senti de tal forma remorsos e inquietude que parecia estar a faltar a um exame. Loucuras minhas, bem sei, mas também já estou velha para mudar.

E assim, lá cumpri o meu compromisso quinzenal que, desta feita, foi um completo desastre. Mas como este grupo é para os bons e maus momentos, aqui vai o meu “caos na cozinha” desta edição. Espero que a Mariana não se zangue comigo por ter plageado o título do seu blog.

Cumpri a receita quase à risca, tendo juntado frutos secos vários, inteiros ( nozes, amêndoas e avelãs). Usei raspa de laranja que juntei com o açúcar, tal como a Dorie aconselha e, em vez de extracto de amêndoa usei licor de laranja da receita que fiz da Moira.

Ah, e usei açúcar baunilhado.

Ficaram saborosos mas um pouco doces para o meu gosto e, o pior de tudo, pareciam areias em vez de biscotti!!!

 

Se houver próxima tentativa, há-de ser com a adição de cacau e pepitas de chocolate. O que acham? 

Ingredientes:

  • 1 1/2 medidas de farinha
  • 1 1/2 colheres chá de fermento
  • 1/4 colher chá de sal 
  • 1/2 medida de farinha de milho amarela
  • 110g de manteiga sem sal, à temperatura ambiente
  • 1 medida de açúcar
  • 2 ovos grandes (ou 3 pequenos)
  • 1 1/2 colheres chá de licor de laranja
  • 3/4 medida de mix de frutos secos

 

Pré-aqueça o forno a 175ºC. Forre um tabuleiro com papel vegetal ou tapete de silicone e reserve. 

Misture a farinha, o fermento e o sal. Junte a farinha de milho e misture outra vez, com um batedor de varas ou um garfo. Reserve. 

Com a batedeira, bata a manteiga e o açúcar durante 3 minutos, até obter um creme macio. Acrescente os ovos e continue a bater por mais 2 minutos ou até que a mistura esteja leve, macia e cremosa. Junte o licor de laranja. Reduza a velocidade e acrescente os ingredientes secos, batendo só até estarem incorporados. Junte os frutos secos e envolva-as com uma colher de pau ou espátula, para as distribuir bem pela massa.

Despeje metade da massa no tabuleiro preparado. Com os dedos ou uma espátula de silicone, forme um tronco de 30cm de comprimento por 4cm de largura. O tronco será mais rectangular que redondo e será tosco, não uniforme. Com a restante massa molde um segundo tronco idêntico ao primeiro.

Leve a assar por 15 minutos ou até que os troncos estejam levemente dourados, mas ainda moles ao toque. Transfira o tabuleiro para cima de uma grade e deixe arrefecer por 30 minutos.

 

Se entretanto tiver desligado o forno,  aqueça-o novamente a 175ºC.

Com uma espátula de metal, transfira os troncos para uma tábua e, com uma faca de serra, longa (tipo faca de pão) corte-os em fatias de 2cm de espessura. Devolva as fatias ao tabuleiro, desta vez pondo-as em pé. Leve novamente ao forno.

Asse os biscotti por mais 15 minutos, até que estejam dourados e firmes. Transfira-os para uma grade e deixe arrefecer até à temperatura ambiente. 

 

Mais uma imagem dos Biscotti lavados e penteados para a foto {#emotions_dlg.happy}

 

Eu e a Bimby não temos uma relação muito amistosa. Julgo que o mau feitio é meu pois com tantas seguidoras, a pobre Bimby deve ser útil e prestável. Mas comigo, nunca foi e isto desde o início. Decidi desta vez não utilizar a minha velha amiga batedeira e pedir ajuda à Bimby. Deu no que deu. A massa não deve ter ficado bem batida como era desejado. Enfim definitivamente, não sou bimbólica.

 

publicado por Maria às 16:18
23
Mar
12

Esta noite tive um sonho.

 

Sonhei que me elevei acima desta triste terra e vi do alto que a natureza não esgotou todas as suas riquezas e belezas neste pequeno pedaço de pó.

 

Deste modo, tal como os que viajam para países longíquos, pude avaliar melhor a vida e atribuir a cada coisa o seu justo valor.

 

Decidi desprezar as ninharias às quais a maioria de nós se prende e admirar mais o que, realmente, se deve considerar grande: o amor e os afectos familiares.

 

O conhecido é finito, o desconhecido, infinito; intelectualmente estamos numa ilha no meio de um oceano ilimitado de inexplicabilidade.

 

Morremos? Não sei.

 

Para onde vamos? Também não sei.

 

Só sei que a minha vista não deverá alcançar apenas o que está perto. Sei também que as pessoas que amamos não morrem. Sei que o meu pai não se foi embora . Saiu somente do alcance da minha vista.

 

 

Ao meu pai, que hoje completaria 77 anos. Cada bolachinha representa cada uma das filhas que eu sei que tanto amava.

 

Feliz aniversário papá. Quem sabe se um dia a minha vista o alcançará…{#emotions_dlg.fallingstar}


Da minha participação desta quinzena não há história nem nada  a anotar pois segui a receita sen qualquer desvio. A receita é tão simples e com tão poucos ingredientes que pouco havia a reinventar. Ainda pensei que poderia usar também amêndoa ou noz em vez de avelã. Mas, como gosto imenso de avelãs, nem isso me apeteceu mudar. 

 

O que preparar:

  1. 1 3/4 chávenas de avelãs finamente moídas;
  2. 1 3/4 chávenas de farinha de trigo;
  3. 200g de manteiga sem sal, à temperatura ambiente ( eu usei 170g e com sal);
  4. 1/2 chávena de açúcar granulado;
  5. 1 colher de chá de extracto de baunilha;
  6. 1/2 colher de chá de extracto de amêndoas puro;
  7. Açúcar de confeiteiro a gosto para polvilhar e geleia a gosto para rechear.

Como preparar:

Forrar 2 tabuleiros de forno com papel vegetal.

Pré aquecer o forno a 180ºC.

Misturar as farinhas de avelã e trigo. Reservar.

Numa batedeira, com o acessório da pá, bater a manteiga e o açúcar em velocidade média até  se formar um creme fofo,o que poderá demorar 4’., 3 a 4 minutos. Adicionar os extractos e continuar a bater para misturar. Reduzir a velocidade da batedeira e, gradualmente, adicionar a mistura das avelãs e da farinha, misturando apenas até que seja incorporada a massa e fique uniforme.

Com uma colher de chá ou mesmo com os dedos, retirar pequenas porções de massa, enrolá-las entre as palmas das mãos e ir colocando no tabuleiro com uma distancia entre si de cerca de 2cm.

Levar ao forno a assar e, passados cerca de 5’, abrir a porta do forno e com o cabo de uma colher de pau, perfurar cada bolachinha no centro não deixando porém, que o furo fique completo, isto é, que perfure de um lado a outro a bolacha.

Contar 15’ desde o momento em que entram no forno e retirá-las.

Deixar “descansar” cerca de 2’ e transferi-las para uma grelha para arrefecerem por completo. Polvilhá-las com açúcar de confeiteiro e rechear o centro com geleia a gosto.

Eu recheei com geleia de alperce, de ginja e com chocolate as primeiras, previamente,  fervidas e o chocolate derretido.

 

A primeira fornada que fiz foi para o lixo pois, por um irritante acidente, caíram todas ao chão.

A segunda fornada nem chegou a conhecer a lata das bolachas pois desapareceram num ápice.

São muito agradáveis ficando com uma textura areada. O meu recheio eleito foi o de ginja pois, como é ligeiramente ácido, contrasta perfeitamente com o doce da cookie originando um casamento perfeito.

A única coisa que me desagradou nesta receita foi mesmo o título. Nem me atrevi a traduzi-lo para portugês pois ainda fica mais irritante.

De resto, é uma receita a repetir, sem dúvida.

   

publicado por Maria às 08:00
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