Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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06
Jan
12

Hoje trago um “prato” completo pois, é a combinação de sabores que aqui proponho  que tornam esta receita deliciosa.

 

 O que preparar:

 

  1. 4 costeletas de porco cortadas finamente;
  2. Mistura de pão ralado em casa com raspa de limão e uma erva aromática è escolha;
  3. 1 limão;
  4. Sal a gosto;
  5. 2 tomates pequenos e firmes;
  6. 2 maçãs;
  7. 1 colher de margarina;
  8. 1 chávena de arroz e o dobro em água;
  9. 1 cebola pequena;
  10. 1 dente de alho;
  11. 0,5 dl de azeite;
  12. 1 molhinho pequeno de grelos que podem ser congelados;
  13. 0,5 dl de óleo e 2 colheres de margarina para fritar as costeletas.

 

 Como preparar:

 

 Temperar as costeletas com sal, pimenta e com o sumo do limão. Reservar para tomarem gosto, cerca de 1 hora.

 

Triturar pão duro com uma casquinha de limão e uma erva aromática a gosto. Reservar.

 

Picar a cebola juntamente com o alho e levar a refogar no azeite. Colocar neste refogado os tomates e ir virando com cuidado de molde a estes ficarem cozinhados mas sem se desmancharem. Juntar ao refogado os grelos. Quando a pele dos tomates começar a sair, retirá-los do tacho e reservar em lugar quente. Nessa altura os grelos também deverão estar amolecidos e meio cozinhados pelo que se deve deitar a chávena de arroz e deixar fritar um pouco. Deitar as 2 chávenas de água, mexer, temperar com sal e deixar ferver 2’. Ao fim deste tempo, mexer novamente, baixar o lume e tapar o tacho, contando 8’ até desligar o lume. O arroz e tomates estão prontos.

 

Colocar numa frigideira o óleo e margarina, deixar aquecer bem, e fritar as costeletas que devem ser passadas previamente por farinha, oco ou claras batidas e pelo pão ralado preparado anteriormente.

 

Em simultâneo, deitar uma colher de margarina numa frigideira pequena e fritar as maçãs que foram descascadas e partidas em cubos. Borrifar com uma gotas de sumo de limão, para a maçã não oxidar e tomar a cor escura.

 

Quando as costeletas estiverem fritas e com uma crosta crocante, empratar, juntamente com o arroz de grelos, a maçã frita em margarina e um tomate. Delicioso…

 

 

 

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 08:00
05
Jan
12

 

 

Esta receita é uma sugestão prática e acessível para o aproveitamento de pão atrasado. São deliciosos e, para quem gosta de compor a mesa no dia de Reis, que se avizinha, é uma boa sugestão.

 

O que preparar:

 

  1. 9 pãezinhos;
  2. 2 ovos;
  3. ½ dl de leite
  4. 30 g de fermento fresco;
  5. 1 colher de café de canela moída;
  6. 1 laranja;
  7. 1 cálice de aguardente velha;
  8. Óleo para fritar.

 

Como preparar:

 

Demolhar os pãezinhos em água morna e espremê-los bem, depois de demolhados. Colocá-los de seguida num recipiente com a raspa e sumo de laranja, os ovos, a canela, a aguardente e o fermento fresco, previamente, dissolvido no leite. Depois de tudo bem misturado amassar bem com a mão. Alisar, cobrir com um pano e colocar este recipiente dentro de um maior com água quente, para que a massa levede, durante 30’.

Depois da massa ter crescido um pouco, colocar bastante óleo num tacho e, quando estiver quente, ir deitando pequenas porções de massa que foram tiradas com uma colher de pau. Depois de fritas, escorrê-las e passá-las por açúcar. Comer quentes ou frias.

 

Mãos à obra.

publicado por Maria às 08:00
04
Jan
12

 

A Catedral de Burgos, tem trinta metros de altura.

A pupila dos meus olhos têm dois milímetros de abertura.

 

Olha a catedral de Burgos com trinta metros de altura!

 

 

 

 

 

"António Gedeão"

 

 

Desde jovem, um dos meus poemas favoritos. Fui, em tempos, propositadamente, conhecer a catedral de Burgos. E até achei que a catedral de Burgos tem mais de trinta metros de altura. Magnífica. 

 

Foi também em Burgos que comi num dos melhores restaurantes que conheci, na minha vida  ( e a lista é extensa, acreditem) .

 

Em contraposição à magnificência da catedral de Burgos, e à excelência do restaurante, também de Burgos, hoje trago uma receita muito simples mas que, julgo, conhecida de todos.

Os peixinhos da horta são óptimos para servir entre acepipes, como acompanhamento e até para disfarçar o sabor do feijão verde a crianças que lhe torcem o nariz.

 

O que preparar:

 

  1. 400 g de feijão verde;
  2. .4 colheres bem cheias de farinha de trigo;
  3. 1 colher de chá de fermento em pó;
  4. Algumas gotas de limão;
  5. 2 ovos;
  6. 1 colher de sopa de azeite;
  7. Sal e pimenta a gosto

 

Como preparar:

 

Partir as pontas do feijão verde, cortar em pedaços com cerca de 7cm e levá-los a cozer em água temperada com sal durante 4’. Deverão ficar mal cozidos. Temperar com sal e pimenta e deixar arrefecer.

Numa tigela, deitar a farinha, o fermento, o azeite e as gotas de sumo de limão. Mexer cuidadosamente até ficar uma massa homogénea. Deitar os ovos, um de cada vez, e bater bem até ficar uma massa leve. Deixar descansar cerca de ½ hora.

Pôr óleo numa frigideira e, quando estiver quente, ir deitando o feijão verde depois de passado na polpa de farinha.

Deixar fritar e ir retirando para um prato com papel absorvente.

 

Mãos à obra. 

publicado por Maria às 08:00
03
Jan
12

 Outro prato da cozinha regional protuguesa que sabe sempre bem.

 

O que preparar:

 

  1. 2 postas de bacalhau demolhado e desfiado;
  2. 1 pimento;
  3. 1 cebola;
  4. 2 dentes de alho;
  5. 0,5 dl de azeite;
  6. 0.5 dl de vinho branco;
  7. 2 tomates bem maduros;
  8. ½ limão;
  9. 2 chávenas de arroz carolino e o dobro mais uma de água;
  10. coentros

 

Como preparar:

 

Picar a cebola e o dente de alho e levar ao lume com o azeite a refogar. Deitar os tomates partidos em pedacinhos bem como o pimento partido em tiras pequenas, e deixar suar cerca de 2’. Refrescar com o vinho branco, deixando ferver mais 2’. Deitar o arroz, mexendo bem, e deixar fritar 2’.

Deitar a água, e quando esta começar a ferver, contar 3’. Deitar o bacalhau desfiado, mexer bem, deixar levantar fervura, mexer novamente, polvilhar com os coentros picados, regar com o sumo do ½ limão,e baixar o lume para o mínimo, tapando o tacho. Ao fim de 8’, apagar o lume, servindo de imediato.

Delicioso.

 

Mãos à obra.

publicado por Maria às 08:00
02
Jan
12

 

Durante os séculos XII e XIII, a Europa conheceu as invasões dos chamados mongóis. Entre os povos que se agrupavam sob essa denominação estavam os tártaros, tribos nómadas de guerreiros que habitavam as estepes russas. Os tártaros introduziram na Europa a técnica de moer a carne dura e de má qualidade para torná-la mais digerível. Diz a lenda que os cavaleiros tártaros costumavam levar a carne crua debaixo da sela quando galopavam nas suas incursões guerreiras. Na hora de comer, o bife tártaro já se tinha tornado numa pasta.

 

Confesso que a primeira vez que comemos bife tártaro ( eu e o meu marido ainda muito jovens), num restaurante excelente, que servia comida internacional e que, infelizmente, já não existe, pedimos um bife na expectativa de saciar a fome com um pedaço de carne de lombo de novilho, num molho qualquer, a que chamavam tártaro.

Imaginem a nossa cara de espanto e incredibilidade quando nos apresentaram um pedaço de carne picada e crua.

Não demos porém parte de fracos e comemos o dito com um ar agoniado. Jurámos para nunca mais!

Não obstante a nossa negação inicial, passada uma semana voltámos ao mesmo restaurante e o que pedimos?

Bife Tártaro!!!

Havíamos passado a semana a aprender a gostar do paladar. E acreditem, em começando a gostar, nunca mais nos esquecemos do sabor. Tal como o anúncio de uma água tónica qualquer, a máxima de “primeiro estranha-se, depois entranha-se” não podia ser melhor aplicada.

Por isso tudo foi um prato que se tornou habitual na nossa mesa de ano novo. Os meus filhos deliciam-se.

 

Experimentem e estou certa que dar-me-ão razão.

 

 

O que preparar:

 

  1. 120 a 150g de carne de vaca, picada sem qualquer gordura;
  2. 1 gema de ovo;
  3. 1 colher de chá de alcaparras picadas;
  4. 1 colher de chá de gema de ovo cozida, picada;
  5. 1 colher de chá de beterraba cozida, picada;
  6. 1 colher de chá de cebola picada;
  7. 1 colher de chá de salsa picada;
  8. 1 colher de sopa de vinho do porto;
  9. 1 colher de chá de mostarda;
  10. 5 gotas de tabasco;
  11. 1 colher de sopa de brandy;
  12. 5 gotas de molho inglês;
  13. Sal e pimenta a gosto.

 

Como preparar:

 

Fazer um disco com a carne com uma concavidade central. Colocar nessa concavidade a gema de ovo. Em volta, dispor em montinhos os ingredientes sólidos – alcaparras, gema de ovo cozida, beterraba, cebola e salsa.

Deitar numa taça a carne e a gema de ovo e temperar com sal e pimenta. Esmagar com um garvo na mão direita e ir ajudando com uma colher na mão esquerda.

Ir deitando os ingredientes sólidos, um a um, mexendo e esmagando em cada adição.

Deitar depois os ingredientes líquidos, também um a um, mexendo em cada adição.

Rectificar os temperos, e colocar num prato de servir, ajeitando com o garfo de molde a ficar com boa apresentação.

Servir acompanhado de batatas fritas e legumes cozidos, servidos num prato à parte.

 

Apresento a receita para um bife individual. Mesmo que se tenha de fazer vários bifes, como foi o meu caso, convém fazer um de cada vez para controlar melhor os temperos. Não custa nada; até é terapêutico.

 

Mão à obra. 

 

 

 

 

 

 

publicado por Maria às 08:00
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