Bem vindos à Oficina das Papitas. Este meu projecto, tem como principal objectivo ajudar os meus filhos que já não vivem comigo, mas que têm de cozinhar para si próprios. Espero assim poder ajudá-los. Tentarei fazê-lo com muito amor.
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23
Mai
12

Apesar do verão nos querer fugir, temos de recordar-lhe que ele deve ficar. Por isso, devemos fazer comidas de verão, daquelas sempre saborosas, frescas e que não exigem o calor da cozinha.

 

E porque o regime alimentar exige que nesta altura façamos estas comidinhas para irmos bonitas para a praia, e porque também os meus fifis agradecem estas papitas fáceis, hoje trago uma salada. Não exige perícia nem tão pouco é uma receita; apenas mais uma ideia.

 

O que preparar:

 

  1. 4 folhas de alface;
  2. 8 folhas de rúcula selvagem;
  3. 4 ovos;
  4. 2 queijos frescos;
  5. 2 bananas;
  6. 4 colheres de sopa de milho cozido;
  7. 2 colheres de sopa de alcaparras.
  8. 200g de salmão fumado;
  9. Sal e pimenta a gosto.

 

Como preparar:

 

Cozer os ovos em água temperada de sal, durante 8’. Mergulhá-los depois em água fria para serem descascados com maior facilidade.

 

Lavar as folhas verdes e parti-las grosseiramente. Partir os queijos e cubos pequenos. Partir as bananas em rodelas. Partir o salmão fumado em fatias pequenas.

 

Colocar em pratos de servir, sendo que primeiro se devem colocar as folhas verdes ( alface e rúcula) e por cima os outros ingredientes.

 

Regar com molho molho vinagrette  e servir de seguida.

 

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 08:00
22
Mai
12

Adoro o Verão. O Verão com os seus dias quentes, luminosos e muito compridos. A vida, no Verão, parece-me mais fácil, o mundo parece-me sorrir. Adoro ir para o campo na companhia de pessoas que gosto e fazer um pic nic.

 

E é isso mesmo que vou fazer no dia 5 de Junho na companhia da Manuela e tantas outras meninas que estão a preparar a sua lancheira para irmos todas festejar o 1º aniversário do blog  Cravo e Canela. Não se atrasem pois a festa vai ser grande e a Manuela não prescindirá da vossa companhia.

 

Estou mesmo entusiasmada e já preparei o que vou levar. Estes cubos a que quis chamar quadrados, o meu fifi diz que são cubos!

 

 Bem, quadrados ou cubos, querem dar uma espreitadela?

 

O que preparar:

 

  1. 5 ovos;
  2. 250g de açúcar;
  3. 250g de manteiga sem sal;
  4. 250g de farinha com fermento;
  5. Raspa e sumo de 1 laranja;

 

Para a cobertura:

 

  1. 200g de açúcar;
  2. 50g de sumo de laranja.( 1 laranja grande e sumarenta).

 

Como preparar:

 

Bater o açúcar com a manteiga até se obter um creme esbranquiçado. Adicionar as gemas, uma a uma, batendo sempre. Juntar o sumo e raspa da laranja, mexendo bem. Adicionar a farinha em chuva e, por fim, envolver as claras que foram batidas em castelo.

 

Deitar o preparado numa forma rectangular, untada com manteiga e polvilhada com farinha. Levar ao forno pré aquecido a 160ºC durante 20’.

 

Entretanto, preparar a cobertura: num copo misturador, triturar o açúcar com o sumo de laranja. Quando se tirar o bolo do forno, e ainda quente, cobri-lo com a cobertura com a ajuda de uma espátula.

 

Depois de arrefecido, cortar o bolo em quadrados, ficando com cubos. Pode-se comer só assim ou, se for servido em prato, pode-se acompanhar com gomos de laranja partidos finamente.

 

Não se assustem com a quantidade de manteiga. Bem sei que é uma quantidade generosa mas o bolo não fica a saber a manteiga ficando muito macio, húmido e com um sabor delicioso a laranja.

 

Mãos à obra.

 

 

 

Adaptei de uma receita do Chef José Avillez.

publicado por Maria às 08:00
21
Mai
12

Este é sem dúvida alguma o meu prato de pasta favorito. Comi-o em Cinque Terre, e não descansei enquanto não aprendi a fazê-lo. Tenho a certeza que devo ser tão persistente que as pessoas só para se livrarem de mim, contam-me tudo o que pretendo; até o pequeno segredo deste molho que o torna fantasticamente delicioso e que faz toda a diferença.

 

Como em culinário não consigo guardar segredos, venho partilhá-lo convosco.

 

Dou-lhe o nome que vinha na lista do restaurante onde comi, apesar de eu não juntar o vodka. Acho que não faz falta e o organismo agradece.

 

Ora vejam:

 

O que preparar:

 

  1. 400g de rigatoni ( é esta massa que se vê na foto);
  2. 1 cebola;
  3. 2 dentes de alho;
  4. 1 colher de sopa de açúcar, mal cheia;
  5. 1 lata de tomate picado; (400g)
  6. 1 pacote de natas (200ml);
  7. 4 fatias de presunto que poderá ser fiambre ou mortadela;
  8. 0,5 dl de azeite;
  9. Folhas de mangericão;
  10. Queijo parmesão;
  11. Sal e pimenta a gosto.

 

Como preparar:

 

Partir o presunto em bocadinhos e reservar. Descascar a cebola e cortá-la em rodelas finas. Levar a aquecer numa frigideira o azeite e juntar a cebola. Passado 1’ juntar os alhos ralados. Saltear um pouco e juntar o presunto e deixar saltear um pouco mais. Temperar de sal, pimenta e com o açúcar. Juntar a lata de tomate, mexer e deixar cozinhar cerca de 20’.

 

Entretanto, numa panela bem temperada de sal (como o oceano) levar a cozer o rigatoni cerca de 8’. Escorrer bem e reservar.

 

Bater as natas até ficarem firmes (é este o segredo) e juntá-las ao preparado de tomate que está ao lume. Mexer até as natas serem incorporadas, o que demora um pouco. Quando o molho estiver uniforme, deitá-lo sobre a massa. Salpicar com folhas de manjericão fresco e polvilhar generosamente com parmesão ralado no momento.

 

Servir de imediato. Deliciem-se…

 

Mãos à obra.

 

publicado por Maria às 08:00
18
Mai
12

 

A origem do Pudim Flan remonta à época do Império Romano, tendo-se popularizado na Idade Média, sendo saboreado na Quaresma.

Pelo séc. VII, popularizou-se com o nome “flan” palavra derivada do alemão "flade" que significa bolo ou objecto plano.

Apesar de na sua origem ser polvilhado com pimenta, foi a partir desta altura que se substituiu a pimenta por açúcar.

Os seus ingredientes principais sempre foram os ovos e o leite. E é esta combinação que lhe dá a cremosidade que tanto o caracteriza.

Há quem o faça com algumas variações como iogurte, queijo creme ou, como foi o caso desta receita da Dorie, natas.

Este pudim sai-me sempre muito bem, feito da maneira tradicional, que é a que mais gosto. Fiquei bastante curiosa com a adição das natas e, por isso, não modifiquei, em nada, a receita.

Fiquei um pouco desiludida pois, com base nos resultados anteriores das receitas quinzenais, criei expectativas que foram logradas.

É um pudim cremoso, saboroso mas, como alguém que o fez também disse, é muito denso tornando-se por isso,e para mim, enjoativo.

Pela primeira vez desde que participo na Dorie às sextas, e entrei na 2ª edição sem ter falhado depois disso, nenhuma, não desapareceu num ápice e não repetirei a receita.

Mas pronto, não há bela sem senão e esta experiência não diminui nem um milímetro a óptima opinião que tenho acerca das receitas desta grande senhora que é a Dorie Greenspan .

Aqui vai a minha experiência desta quinzena.

 

 

Para o caramelo:

  1. 150g de açúcar;
  2. 0,5dl de água;
  3. 3 colheres de sopa de água tépida.

Colocar o açúcar juntamente com o 0,5 dl de água e levar ao lume. Mexer ocasionalmente com uma colher de pau e ter atenção à cor que se forma. Antes do ponto de caramelo, forma-se o ponto de areia que se vê nitidamente pois o açúcar cristaliza ligeiramente mas paredes do tacho. Nesta altura ficar com atenção pois, a partir daqui, forma-se o ponto de caramelo. A calda começa a escurecer, deitando um pouco de fumo. Quando atingir a cor âmbar, juntar as 3 colheres de água tépida, com cuidado pois o açúcar salpicará. Mexer mais uns 2 ou 3’ para a calda engrossar, e está pronto. Deitar na forma ou formas do pudim.

 

Para o flan

  1. 1½ cups natas gordas;
  2. 1¼ cups leite gordo;
  3. 3 ovos grandes;
  4. 2 gemas grandes;
  5. ½ cup açúcar;
  6. 1 colher de chá de extracto de baunilha;

 

Pré aquecer o forno a 180ºC com um tabuleiro dentro com água quente. Este tabuleiro servirá para cozer o pudim em banho Maria.

Ferver o leite e as natas.

Entretanto, misturar os ovos, as gemas e o açúcar. Bater vigorosamente durante um minuto ou dois, e, em seguida, misturar a baunilha. 

Deitar cerca de um quarto do líquido quente, mexendo sempre. Despejar, lentamente, o restante creme quente e leite. Retirar as bolhas e a espuma com uma colher.

Verter o pudim para a forma forrada de caramelo. Eu fiz em formas individuais.

Assar o pudim por cerca de 35 minutos, ou até dourar um pouco. (está pronto, quando, ao espetarmos uma faca no centro, a mesma sair limpa)

Retirar do forno para uma grelha e passar uma faca pelas laterais da forma.

Deixar arrefecer à temperatura ambiente e levar ao frigorífico por 4h.

Antes de desenformar, passar novamente a faca entre o pudim e a forma. 

Servir com natas batidas, bastante frias e amêndoa moída.

publicado por Maria às 08:00
17
Mai
12

Gosto da simplicidade. Nem sempre fui assim, mas acho que a idade apurou este meu gosto.

 

Perdi a paciência para coisas elaboradas, retorcidas e complicadas; em tudo. Afinal, se quisermos, tudo é tão simples…

 

Esta receita, que pode ser comida como acompanhamento, como entrada ou, simplesmente assim, simples,prova a simplicidade é uma forma de grandeza.

 

O que preparar:

 

  1. Folhas de rúcula selvagem;
  2. 50g de nozes grosseiramente moídas;
  3. 1 haste de rosmaninho;
  4. 0,5dl de azeite;
  5. Sal, pimenta e sumo de limão a gosto.
  6. Azeitonas a gosto.

 

Como preparar:

 

Levar a lume brando o azeite, a haste de rosmaninho e as nozes. deixar fervilhar cerca de 8’, em lume brando, para que o azeite absorva os óleos libertados pelo rosmaninho e nozes.

 

Dispôr num prato folhas de rúcula. Temperar com algum sal e pimenta. Verter por cima o azeite e as nozes, imediatamente antes de servir para as folhas de rúcula não murcharem com o azeite quente. Pingar com sumo de limão colocar algumas azeitonas e servir de imediato.

 

Mãos à obra

 

 

Adaptado do livro " Cozinha Rápidapara Saborear Devagar" da Donna Hay 

publicado por Maria às 08:00
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